sábado, 6 de junho de 2020

Covid-19: Brasil registra mais de mil mortes pelo quarto dia seguido


Depois de atrasar a divulgação do balanço pelo terceiro dia consecutivo, para evitar a exibição nos telejornais da noite, Ministério da Saúde diz que foram registradas 1.005 mortes nas últimas 24 horas

(foto: AFP / ORLANDO SIERRA)
(foto: AFP / ORLANDO SIERRA)
O Ministério da Saúde confirmou nesta sexta-feira (5/6) mais 1.005 óbitos pelo novo coronavírus e soma 35.026 mortes pela covid-19. De acordo com dados da Universidade John Hopkins, o Brasil só fica atrás dos Estados Unidos, que tem 109.042 mortes, e do Reino Unido, que possui 40.344 vítimas. A pasta também confirmou mais 30.830 casos do novo coronavírus e com a adição dos casos o Brasil totaliza 645.771 infectados.

Nesta quinta, o Brasil ultrapassou o número de fatalidades da Itália, que, até a última atualização, tinha 33.774 registros, uma diferença de 1.252 mortes do montante brasileiro. 

Os dados do Ministério da Saúde foram divulgados às 21h41 após o presidente Jair Bolsonaro orientar atrasar a divulgação de boletins epidemiológicos, que antes saíam às 19h. A estratégia da Presidência é evitar que os dados estejam disponíveis no horário dos telejornais noturnos, período em que as televisões têm maior audiência, pois muitos dos brasileiros estão em casa.

Mais tarde, o Ministério da Saúde informou que o horário de divulgação do boletim nesta sexta seria às 22h. Além disso, o site covid.saude.gov.br. no qual internautas podiam encontrar os dados completos está fora do ar. Ao entrar, o internauta encontra a mensagem: “Portal em manutenção”.

O boletim desta sexta-feira foi divulgado com o formato diferente. Sem informar o número absoluto de mortes e casos da covid-19 no país, a pasta só informou óbitos e casos registrados nas últimas 24 horas. 

É o terceiro dia consecutivo que o Ministério da Saúde atrasa a divulgação do balanço para evitar a exibição nos telejornais da noite. "Mas é para pegar o dado mais consolidado e tem que divulgar os mortos no dia. Por exemplo, ontem, praticamente dois terços dos mortos eram de dias anteriores, dos mais variados possíveis. Tem que divulgar o do dia. O resto consolida para trás", disse o presidente Jair Bolsonaro, na noite desta sexta-feira (5/6).


Estados

São Paulo, epicentro da doença, tem registro de infecção em 549 dos 645 municípios, sendo que 8.842 pessoas já morreram pela doença. Além disso, o estado tem 134.565 casos da doença. As taxas de ocupação dos leitos de UTI está em 80,5% na Grande São Paulo e 71% no Estado. O número de pacientes internados é de 12.231, sendo 7.700 em enfermaria e 4.531 em unidades de terapia intensiva.

Após dois dias seguidos com mais de 300 mortes por dia, no Rio de Janeiro houve queda nesta sexta-feira, com 146 óbitos. Em segundo lugar no país com mais mortes e casos pela covid-19, o estado fluminense tem 6.473 mortes e 63.066 casos. 

Superando a barreira de mil mortes junto com o RJ e SP, o Brasil tem mais cinco estados. São eles: Ceará (3.890), Pará (3.538), Pernambuco (3.205), Amazonas (2.199) e Maranhão (1.095). Juntos com os dois líderes do ranking, esses estados somam 29.242 óbitos, ou seja, 83,4% de todas as mortes já confirmadas. Apenas três estados têm menos de cem mortes cada: Tocantins (89), Mato Grosso (88) e Mato Grosso do Sul (21).

sexta-feira, 5 de junho de 2020

Rodovias brasileiras podem ser rotas para a Covid-19, diz estudo da UFPR


Estudo comparou regiões de alto contágio com a malha rodoviária
Estudo comparou regiões de alto contágio com a malha rodoviária (Foto: Franklin de Freitas)
Um estudo realizado por pesquisadores do Observatório do Litoral Paranaense da Universidade Federal do Paraná (UFPR), mostra que as rodovias brasileiras podem ser rotas de disseminação do coronavírus.
O estudo cruzou dados divulgados pelo Ministério da Saúde sobre a contaminação pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) em ferramentas que geram cartografia e informações geográficas, pesquisadores verificaram que os principais focos de contaminação estão concentrados em trechos específicos ao longo do sistema rodoviário do Brasil.
As análises vêm sendo feitas periodicamente e os resultados têm se repetido, apontando um forte indício de que trechos de rodovias podem ser rotas de disseminação do vírus.
A investigação indica que quase 95% dos casos confirmados de covid-19 estão concentrados nesses trechos rodoviários. A contaminação tem ocorrido de forma concentrada principalmente nas regiões metropolitanas do país e arredores, ao longo do sistema rodoviário em alguns municípios situados em cruzamentos.
“Se analisarmos esses trechos, verificamos que quase 95% dos casos estão situados em torno de 22% dos municípios brasileiros, cidades que englobam aproximadamente 53% da população total do Brasil. Isso indica uma concentração e um padrão de distribuição que acompanham alguns trechos rodoviários. Esse é um indício muito forte de que esses segmentos podem ser fortes vetores de contaminação”, diz Ricardo Monteiro, professor do Setor Litoral e doutor em Ciências.
Essa correlação também existe nas regiões Sudeste e Nordeste e, em menor escala, na Centro-Oeste que, segundo o especialista, tem um aspecto demográfico diferente em relação às outras três.
A disseminação do novo coronavírus pelo mundo se deu, principalmente, por via aérea, por isso sua velocidade em se espalhar pelo resto do mundo, mas mesmo assim, cumpriu uma sequência de proximidade. Primeiro países da Ásia, depois Europa, Estados Unidos e por último a América Latina.
Em território nacional, desde o início da pandemia os voos entre os estados sofreram drástica redução, o que também pode apontar para o meio rodoviário como principal meio de deslocamento da doença.
Segundo Monteiro, uma atitude que poderia ser tomada pelas autoridades é o investimento em pesquisas, para que seja possível descobrir mais elementos que fortaleçam essa hipótese.
Oeste do Paraná tem o maior crescimento de casos de coronavírus e acende a luz vermelha
A Macrorregião Oeste do Paraná acendeu a luz vermelha em relação à contaminação de coronavírus. O aumento do número de casos foi de 162% em uma semana, passando de 161 para 422 confirmações. Os números referem-se às semanas 21 (de 17 de maio a 23 de maio) e 22 (24 de maio a 30 de maio) da pandemia, de acordo com monitoramento da Secretaria de Estado da Saúde. É o maior salto verificado no Paraná, segundo o boletim epidemiológico.
Como comparação, a Macrorregião Leste, representada por Curitiba, Paranaguá, Ponta Grossa e Guarapuava, entre outras, teve um acréscimo de 48% no mesmo período, indo de 364 para 540 casos. Na Noroeste (Maringá, Umuarama, Paranavaí e outras.) foi de 62%, de 120 para 194. E na Norte (Londrina, Bandeirantes, Cornélio Procópio e outras) de 35%, variando de 234 confirmações para 317.
A área Oeste paranaense é compreendida por cidades como Cascavel, Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Toledo, Assis Chateaubriand, Matelândia, Chopinzinho, Mangueirinha, Coronel Vivida, Palmas, Palotina, Santa Isabel do Oeste, Dois Vizinhos e Pranchita, entre outros municípios.
O aumento do número de casos na Macrorregião Oeste foi puxado especialmente por Cascavel. De acordo com o boletim divulgado ontem pela secretaria estadual da Saúde, a cidade tem 621 casos confirmados da doença e nove óbitos.
É o segundo município paranaense com maior incidência da Covid-19, atrás apenas de Curitiba, com 1.212 confirmações.

Pandemia adia casamentos e lota agenda do fim de ano


Anaile e Lucas se casariam no dia 2 de maio: pandemia mudou tudo
Anaile e Lucas se casariam no dia 2 de maio: pandemia mudou tudo (Foto: Valquir Aureliano)
A pandemia obrigou o adiamento de muitos sonhos. O casal Anaile Alves e Lucas Martins, por exemplo, tiveram de adiar a data do casamento. Planejado desde 2017, Anaile conta que a decisão de adiar foi tomada no dia 20 de março, após o banco onde trabalha anunciar medidas de restrição ao atendimento bancário. “Foi aí que percebemos a gravidade da situação, porque até então tudo que estava acontecendo parecia muito distante da nossa realidade aqui no Brasil”, diz. 
A noiva revelou que no começo chegou a sentir vergonha de falar com os convidados sobre a mudança de data, decidido após todos os detalhes da cerimônia, agendada para 2 de maio, estarem concluídos. “Mas hoje tenho certeza que foi a melhor decisão a ser tomada, pois não queremos que ninguém sofra, corra riscos”, afirma. Anaile conta que através da ajudo do cerimonial conseguiu transferir todos os fornecedores para uma data futura. “Não é fácil, mas foi uma benção conseguir reagendar com todos os fornecedores que tinham sido escolhidos pelo detalhe”, conta.
A solução encontrada pelo casal foi seguida por outros casais, o que fez com que muitos fornecedores de serviços para eventos ficassem com pouquíssimas datas para o segundo semestre deste ano. Esse é o caso do Spa de Beauté, que dispõe de apenas algumas datas na agenda para o Dia da Noiva. O serviço oferecido contempla salas privativas para até 20 convidadas.
A agenda de casamentos do primeiro semestre do ano foi atropelada pela pandemia da Covid-19, mas o segundo semestre promete ser bastante movimentado. “Estamos com a agenda praticamente lotada para outubro, novembro e dezembro”, diz a empresária Jéssica Pfaffzenzeller, que criou no Spa de Beauté uma estrutura completa e descomplicada para atendimento de noivas e suas convidadas no grande dia. Noivas práticas e descoladas têm feito uma espécie de “esquenta” para o casamento, com todos os serviços em um só lugar.
“Nós também percebemos que muitas noivas não estão conseguindo novas datas nos locais em que haviam agendado o Dia da Noiva. Muitas já investiram em vários itens da cerimônia e da festa e correm o risco de ter que adiar tudo para o ano que vem. Agora é hora de retomar os planos”, alerta Jéssica, que ainda está trabalhando com um desconto de 30% para os pacotes fechados agora.
No País todo
Uma pesquisa divulgada no final de maio pela plataforma digital Icasei mostra que, com a pandemia do novo coronavírus, o número de casamentos no Brasil teve uma queda acentuada. Segundo o levantamento, o número de cerimônias, após o dia 11 de março, registrou uma queda de até 61,2% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
De acordo com a pesquisa, 32% dos casais com casamento marcado para o período de quarentena disseram que não precisaram mudar a data ou que ainda estão aguardando para decidirem o que vão fazer; 61% responderam que adiaram o casamento; e 3%, cancelaram e ainda não têm planos para marcar uma nova data; 4% não informaram. As informações estavam em matéria da Agência Brasil do dias 24 de maio.
Mais de 100 cancelamentos
  • O decreto 4230 do governo do Estado do Paraná, assinado no dia 16/03/2020, suspendeu a realização de eventos de qualquer natureza, acima de 50 pessoas. Com esta decisão, muitos casais de noivos se viram obrigados a reagendar seus casamentos e a rever seus planos. De acordo com a Arquidiocese de Curitiba, entre os dias 16 e 26 de março, mais de 100 casamentos foram adiados ou cancelados na capital e região metropolitana.
  • Os casamentos ainda não têm previsão para retornar. Mas Darlene Medeiros, organizadora de eventos e diretora da ACESPR (Assessores e Cerimonialistas de Eventos Sociais do Paraná), já faz algumas apostas de como serão os casamentos pós-coronavírus: formatos menores. “Em um curto prazo, realizar pequenos eventos é a possibilidade que teremos. Os noivos terão que priorizar em sua lista aqueles convidados com os quais realmente tenham vínculo e laços mais estreitos. Serviços do buffet: por um tempo, será necessário rever as filas para se servir e o compartilhamento de talheres que ficam dispostos.
  • Casamentos ao ar livre: festas em ambientes abertos serão também uma maneira de driblar o vírus. O casamento ao ar livre vai ser ainda mais procurado.
    Será preciso se reinventar. Todos os profissionais do setor vão precisar se reorganizar para alinhar seu produto ou serviço a essa nova realidade. “Acompanhar o exemplo de outros países que já estão retomando suas atividades e se preparando para a retomada dos eventos vai ser um indicador das adaptações que precisaremos fazer por aqui”, aconselha Darlene.
Como proceder com diferentes situações:

Para ajudar os casais de noivos, Darlene Medeiros, organizadora de eventos e diretora da ACESPR (Assessores e Cerimonialistas de Eventos Sociais do Paraná), lançou uma consultoria online gratuita para quem teve seu casamento adiado. Veja algumas dicas.
Quem vai precisar adiar o casamento?
  • Até o momento, os eventos até julho já foram adiados por muitos casais e profissionais de eventos. “Acredito que durante o mês de junho, de acordo com relaxamento (ou não) do isolamento social, poderemos começar a avaliar se será necessário postergar os eventos de agosto e setembro. É algo que queremos muito que não aconteça, já que muitos eventos do primeiro semestre já foram remarcados para estes meses. E adiar uma segunda vez não é o ideal. Por isso, precisamos da cooperação da sociedade agora, auxiliando no isolamento para conter a propagação do vírus. Todos queremos voltar para nossas atividades o mais breve possível”, afirma a cerimonialista.
  • Para quem tem convidados de fora, Darlene alerta que a decisão do adiamento precisa ser avisada com antecedência. “Reservas de passagens e hospedagens precisarão ser revistas”, lembra.
Casamentos adiados: como proceder?
  • Caso o casamento precise ser adiado, Darlene conta que advogados e cerimonialistas, de forma geral, concordam que cobrar multa ou qualquer taxa para adiar (ou remarcar) um evento neste momento de pandemia não é satisfatório e pode provocar um stress ainda maior aos casais, que não contavam com essa despesa.
  • “Os adiamentos estão ocorrendo por conta da pandemia e do decreto do governo, uma medida que suspendeu a execução deles, e não por uma vontade própria ou capricho dos noivos. Uma situação que não era possível prever no início da organização de cada evento, já que em média os casais começam o planejamento com um ano de antecedência”, declara a cerimonialista.
  • O profissional mais indicado para intermediar toda essa situação do adiamento é o cerimonialista, que fará contato com o espaço do casamento, igreja e todos os fornecedores envolvidos. “É preciso fazer aditivos contratuais para que a nova data escolhida seja formalizada, dando segurança para todas as partes envolvidas na execução do evento em sua nova data”, constata Darlene.
Casamentos cancelados: o que fazer?
  • O ideal, se possível, é adiar ao invés de cancelar, como forma de não perder o investimento e esforços realizados. No entanto, se por algum motivo não houver outra alternativa, existe uma medida provisória que foi emitida ainda no mês abril, de número 948, que tem sido usada nos casos de adiamentos ou cancelamentos, segundo informa Darlene.
  • “Como o mercado de eventos é grande e muitos outros tipos de eventos que também precisaram ser adiados ou cancelados (culturais, entretenimento, shows, esportivos etc.) essa medida ainda está sendo reavaliada e provavelmente vai ter muitas alterações para atender todos os setores de eventos de forma adequada”, expõe Darlene.
  • A recomendação é que os noivos que decidam por cancelar conversem com seus fornecedores e busquem acordos, uma vez que muitos serviços são iniciados ou entregues antes mesmo da realização do casamento e não cabe devolução total do valor pago.
  • “Se uma noiva mandou fazer o vestido, com certeza ela já fez um briefing com o estilista (serviço), fez análise de tecidos, talvez ela tenha feito uma primeira prova, uma segunda ou o vestido está pronto. Em um caso como esse, devolver o valor total deixaria o fornecedor com prejuízo, já que o trabalho foi feito de alguma maneira. Negociar créditos com os fornecedores para usar em outro momento, com validade para o uso, é uma saída que pode atender os dois lados”, sugere Darlene.
Uma festa menor?
De acordo com a cerimonialista, o decreto 4230 não prevê qualquer restrição para eventos menores. “Porém, para a realização deles é preciso ter atenção aos protocolos de higiene

terça-feira, 2 de junho de 2020

Sem caso de Covid-19, Cianorte retorna aos treinamentos de olho no mata-mata do estadual

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Jogadores do Cianorte passaram pelo teste da Covid-19 no último sábado. (Divulgação)
O Cianorte retornou aos treinamentos depois de todos os jogadores testarem negativo para a Covid-19, doença causada pelo coronavírus. Em entrevista à Banda B, o gerente de futebol Adir Kist explicou que os testes foram realizados no último sábado (30).
“Nós recebemos essa notícia com agrado obviamente, estávamos ansiosos para a retomada. Estamos com elenco todo aqui, Cianorte testou seus atletas no último sábado para a Covid-19, adequou toda a estrutura e nenhum dos testes deu positivo. No dia de ontem [segunda-feira], a gente retomou os treinos dentro do que nos foi passado como protocolo”, declarou Kist.
Para o gerente de futebol do Cianorte, os clubes precisam de cerca de 30 dias antes da volta do Campeonato Paranaense. “Não estamos tendo problemas de peso e a gente imagina uns 30 dias para jogar. Nunca é o ideal pelo ritmo de jogo, mas a gente está tentando de outra forma motivá-los. É uma pré-temporada para a decisão e isso já é uma motivação a mais. Nesse estágio, não é maior vencendo o menor, mas o mais adaptando vencendo o menos adaptado. As chances passam a ser maiores”, disse.
O ‘Leão do Vale’ tem apenas dois jogos confirmados e não possui calendário para depois do Campeonato Paranaense. Por conta disso, o clube renovou contrato com jogadores e comissão técnica já de olho na temporada de 2021. “A gente renovou com a estrutura de atletas que pretende contar na sequência do planejamento e manteve a base dos atletas. Saíram seis atletas do plantel. Dentro do consenso com a comissão técnica, que já renovou até o ano que vem, a gente se replanejou”, comentou.

Paraná passa de 5 mil casos e chega a 199 óbitos por Covid-19

Paraná passa de 5 mil casos e chega a 199 óbitos por Covid-19


Foto: Reprodução
Redação Paiquerê

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou, na tarde desta terça-feira (2), mais 328 confirmações e nove óbitos pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas. O total de pessoas contaminadas no estado é de 5.163, enquanto o número de mortes é 199.
Óbitos
A Sesa divulgou as seguintes informações sobre as pessoas que faleceram em decorrência da Covid-19:
Londrina, três homens: um de 56 anos, que morreu na segunda-feira (1º) (esse caso já havia sido noticiado pela Secretaria de Saúde de Londrina); um de 76 e outro de 59 anos, que faleceram nesta terça-feira (2);
– Cascavel, homem de 34 anos, morreu em 1º de junho;
– Curitiba, dois homens, um de 73 anos, morreu em 31 de maio; e um de 77 anos, que morreu em 1º junho;
– Piraquara, um homem de 73 anos que morreu dia 1º de junho;
– Siqueira Campos, um homem de 45 anos que morreu dia 30 de maio; e uma mulher de 66 anos que faleceu dia 31 de maio.
Municípios
Um total de 262 cidades paranaenses que têm ao menos um caso confirmado pela Covid-19. Em 75 municípios há registro de óbitos pela doença.
Quantidade de casos novos e municípios:
1 – Apucarana, Assis Chateaubriand, Barbosa Ferraz, Campina Grande do Sul, Campo Bonito, Campo Largo, Catanduvas, Chopinzinho, Clevelândia, Colombo, Congonhinhas, Francisco Beltrão, Goioerê, Imbaú, Jaguapitã, Jataizinho, Juranda, Lindoeste, Mamborê, Mandaguaçu, Marialva, Mariluz, Maripá, Matinhos, Missal, Nova América da Colina, Nova Fátima, Nova Olímpia, Ortigueira, Paiçandu, Palotina, Piraquara, Pitanga, Quatiguá, Quatro Barras, Rancho Alegre, Rebouças, São Tomé, Telêmaco Borba, Terra Boa, Terra Rica, Tomazina.
2 – Arapongas, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Colorado, Corbélia, Foz do Iguaçu, Foz do Jordão, Indianópolis, Jaguariaíva, Moreira Sales, Rolândia, Santa Terezinha de Itaipu, Umuarama.

PRIMEIRO CASO DE COVID 19 EM NOVA AMERICA DA COLINA



BOLETIM INFORMATIVO EPIDEMIOLÓGICO/COVID-19- Secretaria de Saúde de Nova América da Colina. 02/06/2020


secretaria de saude de Nova América da Colina

Prefeitura de Londrina confirma três óbitos por Covid-19 nesta terça (2)

Foto: Agência Brasil

A Prefeitura de Londrina confirmou, na tarde desta terça-feira (2), mais três óbitos por Covid-19 no município. O total de mortes ocasionadas pelo novo coronavírus na cidade agora é de 28.
Um paciente do sexo masculino, de 59 anos de idade, estava internado em um hospital público desde o dia 19 de maio e testou positivo para Covid-19 no dia 20. Foi encaminhado para UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no dia 21, com piora do quadro respiratório. Evoluiu a óbito nesta terça-feira. Possuía comorbidades.
Outro paciente do sexo masculino, esse de 77 anos, estava internado em um hospital filantrópico desde o dia 16 de maio, com diagnóstico confirmado no dia 28. Foi encaminhado no dia 30 de maio para um hospital público de referência. Ficou hemodinamicamente instável no dia 1º de junho. Veio a óbito nesta terça-feira. Possuía comorbidades.
E uma paciente do sexo feminino, de 70 anos, foi internada em um hospital público na segunda-feira (1º) já com resultado positivo para Covid-19. Faleceu há poucas horas. Também possuía comorbidades.

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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Secretaria de Saúde confirma terceiro caso de Covid-19 em Santo Antônio da Platina


Paciente mora em São Paulo, onde manteve contato com pessoas infectadas pela doença

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Por: Redação Fonte: Luiz Guilherme Bannwart
EBC
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A Secretaria de Saúde de Santo Antônio da Platina confirmou no fim da tarde desta segunda-feira (1), o terceiro caso positivo de Covid-19 no município. De acordo com a responsável pela pasta, Gislaine Galvão, trata-se de um paciente jovem, que reside no estado de São Paulo, e encontra-se em isolamento domiciliar com sintoma leves da doença.
“O paciente manteve contato com pessoas infectadas por coronavírus no estado de São Paulo e testou positivo para a doença aqui no município, onde possui parentes. Portanto trata-se de um caso importado de Covid-19”, explica Gislaine.
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Ainda de acordo com a secretária, existem 15 casos suspeitos no município em investigação pelo Departamento Municipal de Vigilância em Saúde e 93 foram descartados até o momento.
Boletim
O boletim da Secretaria de Estado da Saúde do Paraná desta segunda-feira (1) traz oito novos óbitos pela Covid-19, elevando o total para 190 casos até o momento. Também confirmou mais 148 casos de pessoas infectadas. Desde o início da pandemia são 4.835 ocorrências confirmadas no Estado.
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O boletim epidemiológico publicado no domingo (31) pela Secretaria de Estado da Saúde demonstra que a circulação do novo coronavírus aumentou 60% no Paraná na última semana. A diferença é entre os 877 casos da semana epidemiológica 21 (período de 17 a 23 de maio) e os 1.404 da semana 22 (período de 24 a 30 de maio). No mesmo quadro houve diminuição de 23% no número de óbitos, de 31 para 24.

Covid-19: Família de Arapongas testa positivo após festa de Dia das Mães

Oito pessoas da mesma família foram infectadas pelo novo coronavírus em Arapongas. O último caso foi confirmado neste domingo (31) pela Vigilância Epidemiológica do município. A família esteve reunida para comemorar o Dia das Mães, em 10 de maio. Ao todo, 15 pessoas são monitoradas pelas equipes de saúde. 
Gilson Abreu/AEN
Gilson Abreu/AEN

O secretário de Saúde de Arapongas, Moacir Paludetto Júnior, afirmou que a primeira pessoa atendida apresentou sintomas logo na semana seguinte ao encontro familiar.

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Londrina registra a 25ª morte pela Covid-19; 435 casos

A Prefeitura de Londrina divulgou nesta segunda-feira (1º) o registro de mais uma morte em decorrência do novo coronavírus. Trata-se de um homem, de 56 anos, que foi internado no último dia 30 em hospital filantrópico com desconforto respiratório, dispneia e saturação baixa. 
 
Gustavo Carneiro/Grupo Folha
Gustavo Carneiro/Grupo Folha
Conforme a Saúde, o paciente foi para a UTI no mesmo dia intubado. O exame para Covid-19 deu positivo em 31 de maio. Infelizmente, evoluiu pra óbito nesta segunda. Esta é a 25ª morte pelo vírus na cidade.

A assessoria da prefeitura divulgou também o boletim da situação da doença no município. São 22 novos casos registrados nas últimas 24 horas. Agora a cidade está com 435 confirmações. Deste total, 240 já estão curados, 145 seguem em isolamento domiciliar, 19 estão em enfermaria e seis em UTI.

São 324 pacientes considerados suspeitos que aguardam resultados de exames e 2.146 casos já foram descartados no município.
 
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