Depois de
atrasar a divulgação do balanço pelo terceiro dia consecutivo, para
evitar a exibição nos telejornais da noite, Ministério da Saúde diz que
foram registradas 1.005 mortes nas últimas 24 horas
(foto: AFP / ORLANDO SIERRA)
O
Ministério da Saúde confirmou nesta sexta-feira (5/6) mais 1.005 óbitos
pelo novo coronavírus e soma 35.026 mortes pela covid-19. De acordo com
dados da Universidade John Hopkins, o Brasil só fica atrás dos Estados
Unidos, que tem 109.042 mortes, e do Reino Unido, que possui 40.344
vítimas. A pasta também confirmou mais 30.830 casos do novo coronavírus e
com a adição dos casos o Brasil totaliza 645.771 infectados.
Nesta
quinta, o Brasil ultrapassou o número de fatalidades da Itália, que,
até a última atualização, tinha 33.774 registros, uma diferença de 1.252
mortes do montante brasileiro.
Os dados do Ministério da
Saúde foram divulgados às 21h41 após o presidente Jair Bolsonaro
orientar atrasar a divulgação de boletins epidemiológicos, que antes
saíam às 19h. A estratégia da Presidência é evitar que os dados estejam
disponíveis no horário dos telejornais noturnos, período em que as
televisões têm maior audiência, pois muitos dos brasileiros estão em
casa.
Mais tarde, o
Ministério da Saúde informou que o horário de divulgação do boletim
nesta sexta seria às 22h. Além disso, o site covid.saude.gov.br. no qual
internautas podiam encontrar os dados completos está fora do ar. Ao
entrar, o internauta encontra a mensagem: “Portal em manutenção”.
O
boletim desta sexta-feira foi divulgado com o formato diferente. Sem
informar o número absoluto de mortes e casos da covid-19 no país, a
pasta só informou óbitos e casos registrados nas últimas 24 horas.
É
o terceiro dia consecutivo que o Ministério da Saúde atrasa a
divulgação do balanço para evitar a exibição nos telejornais da noite.
"Mas é para pegar o dado mais consolidado e tem que divulgar os mortos
no dia. Por exemplo, ontem, praticamente dois terços dos mortos eram de
dias anteriores, dos mais variados possíveis. Tem que divulgar o do dia.
O resto consolida para trás", disse o presidente Jair Bolsonaro, na
noite desta sexta-feira (5/6).
Estados
São Paulo,
epicentro da doença, tem registro de infecção em 549 dos 645 municípios,
sendo que 8.842 pessoas já morreram pela doença. Além disso, o estado
tem 134.565 casos da doença. As taxas de ocupação dos leitos de UTI está
em 80,5% na Grande São Paulo e 71% no Estado. O número de pacientes
internados é de 12.231, sendo 7.700 em enfermaria e 4.531 em unidades de
terapia intensiva.
Após dois dias seguidos com mais de
300 mortes por dia, no Rio de Janeiro houve queda nesta sexta-feira, com
146 óbitos. Em segundo lugar no país com mais mortes e casos pela
covid-19, o estado fluminense tem 6.473 mortes e 63.066 casos.
Superando
a barreira de mil mortes junto com o RJ e SP, o Brasil tem mais cinco
estados. São eles: Ceará (3.890), Pará (3.538), Pernambuco (3.205),
Amazonas (2.199) e Maranhão (1.095). Juntos com os dois líderes do
ranking, esses estados somam 29.242 óbitos, ou seja, 83,4% de todas as
mortes já confirmadas. Apenas três estados têm menos de cem mortes cada:
Tocantins (89), Mato Grosso (88) e Mato Grosso do Sul (21).
Estudo comparou regiões de alto contágio com a malha rodoviária (Foto: Franklin de Freitas)
bem parana
Um estudo realizado por
pesquisadores do Observatório do Litoral Paranaense da Universidade
Federal do Paraná (UFPR), mostra que as rodovias brasileiras podem ser
rotas de disseminação do coronavírus.
O estudo cruzou dados divulgados pelo Ministério da Saúde sobre a
contaminação pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) em ferramentas que geram
cartografia e informações geográficas, pesquisadores verificaram que os
principais focos de contaminação estão concentrados em trechos
específicos ao longo do sistema rodoviário do Brasil.
As análises vêm sendo feitas periodicamente e os resultados têm se
repetido, apontando um forte indício de que trechos de rodovias podem
ser rotas de disseminação do vírus. A investigação indica que quase
95% dos casos confirmados de covid-19 estão concentrados nesses trechos
rodoviários. A contaminação tem ocorrido de forma concentrada
principalmente nas regiões metropolitanas do país e arredores, ao longo
do sistema rodoviário em alguns municípios situados em cruzamentos.
“Se analisarmos esses trechos, verificamos que quase 95% dos casos
estão situados em torno de 22% dos municípios brasileiros, cidades que
englobam aproximadamente 53% da população total do Brasil. Isso indica
uma concentração e um padrão de distribuição que acompanham alguns
trechos rodoviários. Esse é um indício muito forte de que esses
segmentos podem ser fortes vetores de contaminação”, diz Ricardo
Monteiro, professor do Setor Litoral e doutor em Ciências.
Essa correlação também existe nas regiões Sudeste e Nordeste e, em
menor escala, na Centro-Oeste que, segundo o especialista, tem um
aspecto demográfico diferente em relação às outras três. A
disseminação do novo coronavírus pelo mundo se deu, principalmente, por
via aérea, por isso sua velocidade em se espalhar pelo resto do mundo,
mas mesmo assim, cumpriu uma sequência de proximidade. Primeiro países
da Ásia, depois Europa, Estados Unidos e por último a América Latina.
Em território nacional, desde o início da pandemia os voos entre os
estados sofreram drástica redução, o que também pode apontar para o meio
rodoviário como principal meio de deslocamento da doença. Segundo
Monteiro, uma atitude que poderia ser tomada pelas autoridades é o
investimento em pesquisas, para que seja possível descobrir mais
elementos que fortaleçam essa hipótese.
Oeste do Paraná tem o maior crescimento de casos de coronavírus e acende a luz vermelha
A Macrorregião Oeste do Paraná acendeu a luz vermelha em relação à
contaminação de coronavírus. O aumento do número de casos foi de 162% em
uma semana, passando de 161 para 422 confirmações. Os números
referem-se às semanas 21 (de 17 de maio a 23 de maio) e 22 (24 de maio a
30 de maio) da pandemia, de acordo com monitoramento da Secretaria de
Estado da Saúde. É o maior salto verificado no Paraná, segundo o boletim
epidemiológico.
Como comparação, a Macrorregião Leste, representada por Curitiba,
Paranaguá, Ponta Grossa e Guarapuava, entre outras, teve um acréscimo de
48% no mesmo período, indo de 364 para 540 casos. Na Noroeste (Maringá,
Umuarama, Paranavaí e outras.) foi de 62%, de 120 para 194. E na Norte
(Londrina, Bandeirantes, Cornélio Procópio e outras) de 35%, variando de
234 confirmações para 317.
A área Oeste paranaense é compreendida por cidades como Cascavel,
Francisco Beltrão, Foz do Iguaçu, Pato Branco, Toledo, Assis
Chateaubriand, Matelândia, Chopinzinho, Mangueirinha, Coronel Vivida,
Palmas, Palotina, Santa Isabel do Oeste, Dois Vizinhos e Pranchita,
entre outros municípios.
O aumento do número de casos na Macrorregião Oeste foi puxado
especialmente por Cascavel. De acordo com o boletim divulgado ontem pela
secretaria estadual da Saúde, a cidade tem 621 casos confirmados da
doença e nove óbitos. É o segundo município paranaense com maior incidência da Covid-19, atrás apenas de Curitiba, com 1.212 confirmações.
Anaile e Lucas se casariam no dia 2 de maio: pandemia mudou tudo (Foto: Valquir Aureliano)
bem paraná -
Ana Ehlert
A pandemia obrigou o
adiamento de muitos sonhos. O casal Anaile Alves e Lucas Martins, por
exemplo, tiveram de adiar a data do casamento. Planejado desde 2017,
Anaile conta que a decisão de adiar foi tomada no dia 20 de março, após o
banco onde trabalha anunciar medidas de restrição ao atendimento
bancário. “Foi aí que percebemos a gravidade da situação, porque até
então tudo que estava acontecendo parecia muito distante da nossa
realidade aqui no Brasil”, diz.
A noiva revelou que no começo chegou a sentir vergonha de falar com
os convidados sobre a mudança de data, decidido após todos os detalhes
da cerimônia, agendada para 2 de maio, estarem concluídos. “Mas hoje
tenho certeza que foi a melhor decisão a ser tomada, pois não queremos
que ninguém sofra, corra riscos”, afirma. Anaile conta que através da
ajudo do cerimonial conseguiu transferir todos os fornecedores para uma
data futura. “Não é fácil, mas foi uma benção conseguir reagendar com
todos os fornecedores que tinham sido escolhidos pelo detalhe”, conta.
A solução encontrada pelo casal foi seguida por outros casais, o que
fez com que muitos fornecedores de serviços para eventos ficassem com
pouquíssimas datas para o segundo semestre deste ano. Esse é o caso do
Spa de Beauté, que dispõe de apenas algumas datas na agenda para o Dia
da Noiva. O serviço oferecido contempla salas privativas para até 20
convidadas.
A agenda de casamentos do primeiro semestre do ano foi atropelada
pela pandemia da Covid-19, mas o segundo semestre promete ser bastante
movimentado. “Estamos com a agenda praticamente lotada para outubro,
novembro e dezembro”, diz a empresária Jéssica Pfaffzenzeller, que criou
no Spa de Beauté uma estrutura completa e descomplicada para
atendimento de noivas e suas convidadas no grande dia. Noivas práticas e
descoladas têm feito uma espécie de “esquenta” para o casamento, com
todos os serviços em um só lugar.
“Nós também percebemos que muitas noivas não estão conseguindo novas
datas nos locais em que haviam agendado o Dia da Noiva. Muitas já
investiram em vários itens da cerimônia e da festa e correm o risco de
ter que adiar tudo para o ano que vem. Agora é hora de retomar os
planos”, alerta Jéssica, que ainda está trabalhando com um desconto de
30% para os pacotes fechados agora.
No País todo Uma pesquisa divulgada no final de
maio pela plataforma digital Icasei mostra que, com a pandemia do novo
coronavírus, o número de casamentos no Brasil teve uma queda acentuada.
Segundo o levantamento, o número de cerimônias, após o dia 11 de março,
registrou uma queda de até 61,2% em comparação com o mesmo período do
ano anterior.
De acordo com a pesquisa, 32% dos casais com casamento marcado para o
período de quarentena disseram que não precisaram mudar a data ou que
ainda estão aguardando para decidirem o que vão fazer; 61% responderam
que adiaram o casamento; e 3%, cancelaram e ainda não têm planos para
marcar uma nova data; 4% não informaram. As informações estavam em
matéria da Agência Brasil do dias 24 de maio.
Mais de 100 cancelamentos
O decreto 4230 do governo do Estado do Paraná, assinado no dia
16/03/2020, suspendeu a realização de eventos de qualquer natureza,
acima de 50 pessoas. Com esta decisão, muitos casais de noivos se viram
obrigados a reagendar seus casamentos e a rever seus planos. De acordo
com a Arquidiocese de Curitiba, entre os dias 16 e 26 de março, mais de
100 casamentos foram adiados ou cancelados na capital e região
metropolitana.
Os casamentos ainda não têm previsão para retornar. Mas Darlene
Medeiros, organizadora de eventos e diretora da ACESPR (Assessores e
Cerimonialistas de Eventos Sociais do Paraná), já faz algumas apostas de
como serão os casamentos pós-coronavírus: formatos menores. “Em um
curto prazo, realizar pequenos eventos é a possibilidade que teremos. Os
noivos terão que priorizar em sua lista aqueles convidados com os quais
realmente tenham vínculo e laços mais estreitos. Serviços do buffet:
por um tempo, será necessário rever as filas para se servir e o
compartilhamento de talheres que ficam dispostos.
Casamentos ao ar livre: festas em ambientes abertos serão também uma
maneira de driblar o vírus. O casamento ao ar livre vai ser ainda mais
procurado. Será preciso se reinventar. Todos os profissionais do
setor vão precisar se reorganizar para alinhar seu produto ou serviço a
essa nova realidade. “Acompanhar o exemplo de outros países que já estão
retomando suas atividades e se preparando para a retomada dos eventos
vai ser um indicador das adaptações que precisaremos fazer por aqui”,
aconselha Darlene.
Como proceder com diferentes situações:
Para
ajudar os casais de noivos, Darlene Medeiros, organizadora de eventos e
diretora da ACESPR (Assessores e Cerimonialistas de Eventos Sociais do
Paraná), lançou uma consultoria online gratuita para quem teve seu
casamento adiado. Veja algumas dicas.
Quem vai precisar adiar o casamento?
Até o momento, os eventos até julho já foram adiados por muitos
casais e profissionais de eventos. “Acredito que durante o mês de junho,
de acordo com relaxamento (ou não) do isolamento social, poderemos
começar a avaliar se será necessário postergar os eventos de agosto e
setembro. É algo que queremos muito que não aconteça, já que muitos
eventos do primeiro semestre já foram remarcados para estes meses. E
adiar uma segunda vez não é o ideal. Por isso, precisamos da cooperação
da sociedade agora, auxiliando no isolamento para conter a propagação do
vírus. Todos queremos voltar para nossas atividades o mais breve
possível”, afirma a cerimonialista.
Para quem tem convidados de fora, Darlene alerta que a decisão do
adiamento precisa ser avisada com antecedência. “Reservas de passagens e
hospedagens precisarão ser revistas”, lembra.
Casamentos adiados: como proceder?
Caso o casamento precise ser adiado, Darlene conta que advogados e
cerimonialistas, de forma geral, concordam que cobrar multa ou qualquer
taxa para adiar (ou remarcar) um evento neste momento de pandemia não é
satisfatório e pode provocar um stress ainda maior aos casais, que não
contavam com essa despesa.
“Os adiamentos estão ocorrendo por conta da pandemia e do decreto do
governo, uma medida que suspendeu a execução deles, e não por uma
vontade própria ou capricho dos noivos. Uma situação que não era
possível prever no início da organização de cada evento, já que em média
os casais começam o planejamento com um ano de antecedência”, declara a
cerimonialista.
O profissional mais indicado para intermediar toda essa situação do
adiamento é o cerimonialista, que fará contato com o espaço do
casamento, igreja e todos os fornecedores envolvidos. “É preciso fazer
aditivos contratuais para que a nova data escolhida seja formalizada,
dando segurança para todas as partes envolvidas na execução do evento em
sua nova data”, constata Darlene.
Casamentos cancelados: o que fazer?
O ideal, se possível, é adiar ao invés de cancelar, como forma de
não perder o investimento e esforços realizados. No entanto, se por
algum motivo não houver outra alternativa, existe uma medida provisória
que foi emitida ainda no mês abril, de número 948, que tem sido usada
nos casos de adiamentos ou cancelamentos, segundo informa Darlene.
“Como o mercado de eventos é grande e muitos outros tipos de eventos
que também precisaram ser adiados ou cancelados (culturais,
entretenimento, shows, esportivos etc.) essa medida ainda está sendo
reavaliada e provavelmente vai ter muitas alterações para atender todos
os setores de eventos de forma adequada”, expõe Darlene.
A recomendação é que os noivos que decidam por cancelar conversem
com seus fornecedores e busquem acordos, uma vez que muitos serviços são
iniciados ou entregues antes mesmo da realização do casamento e não
cabe devolução total do valor pago.
“Se uma noiva mandou fazer o vestido, com certeza ela já fez um
briefing com o estilista (serviço), fez análise de tecidos, talvez ela
tenha feito uma primeira prova, uma segunda ou o vestido está pronto. Em
um caso como esse, devolver o valor total deixaria o fornecedor com
prejuízo, já que o trabalho foi feito de alguma maneira. Negociar
créditos com os fornecedores para usar em outro momento, com validade
para o uso, é uma saída que pode atender os dois lados”, sugere Darlene.
Uma festa menor?
De acordo com a cerimonialista, o decreto 4230 não prevê qualquer
restrição para eventos menores. “Porém, para a realização deles é
preciso ter atenção aos protocolos de higiene
'Leão do Vale' joga nas quartas de final do estadual contra o Operário
Por Pedro Melo, com informações de Bruno Abdala / banda b
Adicionar legenda
Jogadores do Cianorte passaram pelo teste da Covid-19 no último sábado. (Divulgação)
O Cianorte retornou aos treinamentos depois de todos os jogadores
testarem negativo para a Covid-19, doença causada pelo coronavírus. Em
entrevista à Banda B, o gerente de futebol Adir Kist explicou que os
testes foram realizados no último sábado (30).
“Nós recebemos essa notícia com agrado obviamente,
estávamos ansiosos para a retomada. Estamos com elenco todo aqui,
Cianorte testou seus atletas no último sábado para a Covid-19, adequou
toda a estrutura e nenhum dos testes deu positivo. No dia de ontem
[segunda-feira], a gente retomou os treinos dentro do que nos foi
passado como protocolo”, declarou Kist.
Para o gerente de futebol do Cianorte, os clubes precisam de cerca de
30 dias antes da volta do Campeonato Paranaense. “Não estamos tendo
problemas de peso e a gente imagina uns 30 dias para jogar. Nunca é o
ideal pelo ritmo de jogo, mas a gente está tentando de outra forma
motivá-los. É uma pré-temporada para a decisão e isso já é uma motivação
a mais. Nesse estágio, não é maior vencendo o menor, mas o mais
adaptando vencendo o menos adaptado. As chances passam a ser maiores”,
disse.
O ‘Leão do Vale’ tem apenas dois jogos confirmados e não possui
calendário para depois do Campeonato Paranaense. Por conta disso, o
clube renovou contrato com jogadores e comissão técnica já de olho na
temporada de 2021. “A gente renovou com a estrutura de atletas que
pretende contar na sequência do planejamento e manteve a base dos
atletas. Saíram seis atletas do plantel. Dentro do consenso com a
comissão técnica, que já renovou até o ano que vem, a gente se
replanejou”, comentou.
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Paraná passa de 5 mil casos e chega a 199 óbitos por Covid-19
Foto: Reprodução
Redação Paiquerê
A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) informou, na tarde desta
terça-feira (2), mais 328 confirmações e nove óbitos pelo novo
coronavírus nas últimas 24 horas. O total de pessoas contaminadas no
estado é de 5.163, enquanto o número de mortes é 199.
Óbitos
A Sesa divulgou as seguintes informações sobre as pessoas que faleceram em decorrência da Covid-19:
– Londrina, três homens: um de 56 anos, que morreu na
segunda-feira (1º) (esse caso já havia sido noticiado pela Secretaria de
Saúde de Londrina); um de 76 e outro de 59 anos, que faleceram nesta
terça-feira (2);
– Cascavel, homem de 34 anos, morreu em 1º de junho;
– Curitiba, dois homens, um de 73 anos, morreu em 31 de maio; e um de 77 anos, que morreu em 1º junho;
– Piraquara, um homem de 73 anos que morreu dia 1º de junho;
– Siqueira Campos, um homem de 45 anos que morreu dia 30 de maio; e uma mulher de 66 anos que faleceu dia 31 de maio.
Municípios
Um total de 262 cidades paranaenses que têm ao menos um caso confirmado
pela Covid-19. Em 75 municípios há registro de óbitos pela doença.
Quantidade de casos novos e municípios:
1 – Apucarana, Assis Chateaubriand, Barbosa Ferraz, Campina Grande do
Sul, Campo Bonito, Campo Largo, Catanduvas, Chopinzinho, Clevelândia,
Colombo, Congonhinhas, Francisco Beltrão, Goioerê, Imbaú, Jaguapitã,
Jataizinho, Juranda, Lindoeste, Mamborê, Mandaguaçu, Marialva, Mariluz,
Maripá, Matinhos, Missal, Nova América da Colina, Nova Fátima, Nova
Olímpia, Ortigueira, Paiçandu, Palotina, Piraquara, Pitanga, Quatiguá,
Quatro Barras, Rancho Alegre, Rebouças, São Tomé, Telêmaco Borba, Terra
Boa, Terra Rica, Tomazina.
2 – Arapongas, Boa Vista da Aparecida, Braganey, Colorado, Corbélia, Foz
do Iguaçu, Foz do Jordão, Indianópolis, Jaguariaíva, Moreira Sales,
Rolândia, Santa Terezinha de Itaipu, Umuarama.
A Prefeitura de Londrina confirmou, na tarde desta terça-feira (2),
mais três óbitos por Covid-19 no município. O total de mortes
ocasionadas pelo novo coronavírus na cidade agora é de 28.
Um paciente do sexo masculino, de 59 anos de idade, estava internado
em um hospital público desde o dia 19 de maio e testou positivo para
Covid-19 no dia 20. Foi encaminhado para UTI (Unidade de Terapia
Intensiva) no dia 21, com piora do quadro respiratório. Evoluiu a óbito
nesta terça-feira. Possuía comorbidades.
Outro paciente do sexo masculino, esse de 77 anos, estava internado
em um hospital filantrópico desde o dia 16 de maio, com diagnóstico
confirmado no dia 28. Foi encaminhado no dia 30 de maio para um hospital
público de referência. Ficou hemodinamicamente instável no dia 1º de
junho. Veio a óbito nesta terça-feira. Possuía comorbidades.
E uma paciente do sexo feminino, de 70 anos, foi internada em um
hospital público na segunda-feira (1º) já com resultado positivo para
Covid-19. Faleceu há poucas horas. Também possuía comorbidades.
Paciente mora em São Paulo, onde manteve contato com pessoas infectadas pela doença
ta no site
Por: RedaçãoFonte: Luiz Guilherme Bannwart
EBC
A
Secretaria de Saúde de Santo Antônio da Platina confirmou no fim da
tarde desta segunda-feira (1), o terceiro caso positivo de Covid-19 no
município. De acordo com a responsável pela pasta, Gislaine Galvão,
trata-se de um paciente jovem, que reside no estado de São Paulo, e
encontra-se em isolamento domiciliar com sintoma leves da doença.
“O paciente manteve contato com pessoas
infectadas por coronavírus no estado de São Paulo e testou positivo para
a doença aqui no município, onde possui parentes. Portanto trata-se de
um caso importado de Covid-19”, explica Gislaine.
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Ainda de acordo com a secretária, existem 15 casos
suspeitos no município em investigação pelo Departamento Municipal de
Vigilância em Saúde e 93 foram descartados até o momento.
Boletim
O boletim da Secretaria de Estado da Saúde do
Paraná desta segunda-feira (1) traz oito novos óbitos pela Covid-19,
elevando o total para 190 casos até o momento. Também confirmou mais 148
casos de pessoas infectadas. Desde o início da pandemia são 4.835
ocorrências confirmadas no Estado.
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O
boletim epidemiológico publicado no domingo (31) pela Secretaria de
Estado da Saúde demonstra que a circulação do novo coronavírus aumentou
60% no Paraná na última semana. A diferença é entre os 877 casos da
semana epidemiológica 21 (período de 17 a 23 de maio) e os 1.404 da
semana 22 (período de 24 a 30 de maio). No mesmo quadro houve diminuição
de 23% no número de óbitos, de 31 para 24.
Oito pessoas da mesma família foram infectadas pelo novo coronavírus em Arapongas.
O último caso foi confirmado neste domingo (31) pela Vigilância
Epidemiológica do município. A família esteve reunida para comemorar o
Dia das Mães, em 10 de maio. Ao todo, 15 pessoas são monitoradas pelas
equipes de saúde.
Gilson Abreu/AEN
O secretário de Saúde de Arapongas,
Moacir Paludetto Júnior, afirmou que a primeira pessoa atendida
apresentou sintomas logo na semana seguinte ao encontro familiar.
A Prefeitura de Londrina
divulgou nesta segunda-feira (1º) o registro de mais uma morte em
decorrência do novo coronavírus. Trata-se de um homem, de 56 anos, que
foi internado no último dia 30 em hospital filantrópico com desconforto
respiratório, dispneia e saturação baixa.
Gustavo Carneiro/Grupo Folha
Conforme a Saúde, o paciente foi para a UTI no mesmo dia intubado. O
exame para Covid-19 deu positivo em 31 de maio. Infelizmente, evoluiu
pra óbito nesta segunda. Esta é a 25ª morte pelo vírus na cidade.
A
assessoria da prefeitura divulgou também o boletim da situação da
doença no município. São 22 novos casos registrados nas últimas 24
horas. Agora a cidade está com 435 confirmações. Deste total, 240 já
estão curados, 145 seguem em isolamento domiciliar, 19 estão em
enfermaria e seis em UTI.
São 324 pacientes considerados suspeitos que aguardam resultados de exames e 2.146 casos já foram descartados no município.