Mariana Haubert, Folha de S. Paulo
O presidente da comissão especial do impeachment, Raimundo Lira
(PMDB-PB), recuou nesta segunda-feira (6) da decisão de encurtar os
prazos de trabalho do colegiado e decidiu manter os 15 dias inicialmente
estabelecidos para que a acusação e a defesa da presidente afastada
Dilma Rousseff apresentem suas alegações finais. Com isso, a votação
final do impeachment deve acontecer apenas em agosto.
Na semana passada, o peemedebista acatou um pedido da senadora Simone
Tebet (PMDB-MS) para que o prazo fosse reduzido para cinco dias para
cada uma das partes. A decisão gerou uma discussão entre a base aliada e
a oposição na reunião da última quinta-feira (2), que acabou durando
mais de dez horas.
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