fabio campana
Aliados do deputado afastado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) apostam que a
votação de seu processo de cassação pelo plenário da Câmara vai atrasar
ainda mais e ser empurrada para depois das eleições de outubro.
O novo presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cedeu às pressões
de aliados do peemedebista e agendou a análise do caso para 12 de
setembro, uma segunda-feira, a 20 dias do primeiro turno das eleições
municipais.
Com o tradicional esvaziamento do Congresso Nacional nos meses que
antecedem as eleições, porém, a avaliação não só de aliados de Cunha é a
de que haverá grande dificuldade para se reunir um quorum expressivo no
dia 12. Além da proximidade com as eleições, as segundas-feiras são
dias em que raramente há presença substantiva de deputados em Brasília.
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