fabio campana
Ricardo Noblat
No país que considera a jabuticaba uma coisa só dele, haverá mais uma
da qual se orgulhar: a presidente da República afastada do cargo por um
“golpe” que comparece ao ato final do seu suposto julgamento para se
defender.
Se ela sair de lá absolvida, dirá que o “golpe” fracassou. Ou que ela
derrotou o “golpe”. Se sair sem o mandato e com os direitos políticos
suspensos por oito anos, dirá que foi vítima de um “golpe” aplicado
pelas forças mais conservadoras do país.
Dilma cedeu à pressão dos seus principais conselheiros e anunciou que
irá ao Senado defender sua inocência depois de se decepcionar com a má
repercussão da carta que mandou aos senadores negando o crime de ter
gasto muito além do que o Congresso autorizara.
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