SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A imprensa internacional repercute nesta
terça-feira (16) a morte do ex-dirigente da Fifa João Havelange.
Os jornais "The Guardian" e "The New York Times" lembraram que o
ex-cartola brasileiro transformou a Fifa em um negócio multibilionário
durante as duas décadas em que esteve à frente da federação.
A notícias lembra ainda o escândalo de corrupção que manchou a reputação
de Havelange, que foi acusado de receber propinas milionárias em vendas
de direitos de mídia de torneios da Fifa --2014;-cerca de R$ 45
milhões. A francesa AFP também ressalta o caso em seu texto sobre o
dirigente.
O "El País", da Espanha, destaca que Havelange foi o responsável por
pedir votos para o Rio de Janeiro eleição do COI (Comitê Olímpico
Internacional) para a definição da sede dos Jogos Olímpicos de 2016.
Reportagem da CNN fala sobre a renúncia do ex-dirigente da Fifa ao cargo
que ocupava no COI, em 2011, e também que Havelange estava para encarar
o comitê de ética do organismo por sua relação com a ISL, antiga
empresa de marketing da Federação acusada de repassar propinas a
cartolas.
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