fabio campana
A organização dedicada ao tráfico internacional
de entorpecentes presa pela Polícia Federal dentro da Operação Enigma
deflagrada hoje tinha pelo menos sete pessoas da mesma família, entre
pais, filhos, tios e primos. Os parentes eram os fornecedores das drogas
com origem do Paraguai e com destino a Curitiba e região metropolitana.
A maior ficava no Mato grosso do Sul e apenas dois irmãos atuavam em
Curitiba, em contato direto com compradores. Segundo as investigações, o
grupo movimentava 200 quilos de cocaína por mês.
Ao todo, foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão e 28 de prisão, no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
Segundo o delegado Vinícius de Oliveira Binda, a quadrilha trazia a droga, em sua maioria crack e cocaína, de fornecedores do Paraguai através da fronteira com o Mato Grosso do Sul e enviava para Curitiba e cidades da Região Metropolitana.
Para driblar as investigações, os integrantes da organização estabeleceram um esquema de lavagem de dinheiro que envolvia a ocultação e fracionamento das operações financeiras, a utilização de ‘laranjas’ para realização de negócios envolvendo bens adquiridos pelo grupo: veículos de luxo, imóveis rurais e outros de alto padrão no litoral de Santa Catarina.
Ao todo, foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão e 28 de prisão, no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.
Segundo o delegado Vinícius de Oliveira Binda, a quadrilha trazia a droga, em sua maioria crack e cocaína, de fornecedores do Paraguai através da fronteira com o Mato Grosso do Sul e enviava para Curitiba e cidades da Região Metropolitana.
Para driblar as investigações, os integrantes da organização estabeleceram um esquema de lavagem de dinheiro que envolvia a ocultação e fracionamento das operações financeiras, a utilização de ‘laranjas’ para realização de negócios envolvendo bens adquiridos pelo grupo: veículos de luxo, imóveis rurais e outros de alto padrão no litoral de Santa Catarina.
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