
Ideia é estimular criação do bicho da seda
Aconteceu na segunda-feira (2), no
gabinete da Prefeitura de Ibaiti, uma reunião para tratar de parcerias
visando a otimização da criação de bicho da seda no município de Ibaiti.
Participaram da reunião o prefeito
Antonely de Carvalho, o vice-prefeito Ulysses Mingote, o secretário da
Agricultura, Pecuária, Meio Ambiente e Turismo Hudson Junior Gonçalves, a
representante do Ministério da Agricultura e Pecuária e Associação
Brasileira de Seda (ABRASEDA), Katiane Gouveia, de Brasília (DF), o
gerente geral da Bratac Fiação de Seda de Londrina, José Yoshihiro e
Celso, gerente da Unidade Norte Pioneiro (foto).
No ano passado, Ibaiti sediou um
encontro regional de Sericicultura. Produtores dos municípios de Ibaiti,
Japira, Ribeirão do Pinhal, Jaboti, Pinhalão, Arapoti e Figueira
debateram sobre a criação de bicho da seda na região. O evento foi
organizado pela Prefeitura Municipal através da Secretaria Municipal de
Agricultura, Pecuária, Meio Ambiente e Turismo e da empresa Fiação de
Seda Bratac.
Foram
apresentadas novas técnicas para o aumento da área de plantio de
amoras, preparo e manuseio correto do bicho da seda e orientações aos
sericicultores para aumento na produção.
Os Sericicultores, em parceria com a
Bratac, produzem os casulos do bicho da seda apoiados em uma sólida
estrutura técnica que lhes garante rentabilidade na produção. Além da
assistência técnica, a empresa disponibiliza os insumos necessários para
boa prática da criação, assim como mudas de amoreiras, cujas folhas são
utilizadas para a alimentação das larvas.

Os produtores contam com o
acompanhamento durante todo o processo de produção dos casulos, que são
entregues a um entreposto de recebimento instalado pela empresa na
Avenida Alice Pereira Goulart (próximo à Ficai).
O bicho-da-seda (Bombyx mori) é usado na produção de fios de seda. Esse inseto é nativo do Norte da China, mas encontra-se atualmente distribuído por todo o mundo objetivando a produção de seda, denominada sericicultura.
Alimenta-se exclusivamente de folhas de Amoreira, ao longo de toda a sua fase de vida larvar (lagarta). Ao fim de um período de pouco mais de um mês, a lagarta torna-se amarelada e começa a segregar um fio que usa para formar o casulo onde se dará a metamorfose para o estado adulto (imago). É esse casulo que serve de fonte para a seda.
O bicho-da-seda (Bombyx mori) é usado na produção de fios de seda. Esse inseto é nativo do Norte da China, mas encontra-se atualmente distribuído por todo o mundo objetivando a produção de seda, denominada sericicultura.
Alimenta-se exclusivamente de folhas de Amoreira, ao longo de toda a sua fase de vida larvar (lagarta). Ao fim de um período de pouco mais de um mês, a lagarta torna-se amarelada e começa a segregar um fio que usa para formar o casulo onde se dará a metamorfose para o estado adulto (imago). É esse casulo que serve de fonte para a seda.
Essas mariposas que produzem a seda foram domesticadas há cerca de três mil anos A.C, nos países asiáticos
(possivelmente na China), e por isso não conseguem sobreviver no
ambiente natural.Para se aproveitar a seda, tem que haver o sacrifício
da crisálida antes de seu amadurecimento, para se preservar a
integridade do fio.

Vivem apenas criadas pelo homem de quem
dependem para serem alimentadas e não conseguem voar. É como dizer que
suas asas atrofiaram nestes séculos de domesticação. Existem mais de 400
espécies dessa raça e hoje cientistas trabalham na preservação do banco
de germoplasma para, através de cruzamentos específicos, buscarem
melhores híbridos para produção de seda, possibilitando, assim, melhores
resultados na cadeia produtiva, desde o sericicultor até a indústria
têxtil.
A sericicultura começou a ser explorada no Brasil em meados do século XIX, e, praticamente, toda a produção de casulos e seda é destinada à exportação, porque a Indústria Têxtil brasileira consome menos de 4% da toda produção nacional.
Essa atividade tem uma grande importância nos cenários nacional e internacional, uma vez que além da função econômica possui também um apelo social, pois a atividade é desenvolvida em pequenas propriedades que empregam mão de obra familiar, contribuindo para a renda dessas famílias e diminuindo o êxodo rural, além de ser uma atividade desenvolvida de forma sustentável e ecologicamente correta, pois apresenta baixo ou nenhum impacto ao meio ambiente, além de melhores condições de vida aos pequenos produtores.
A sericicultura começou a ser explorada no Brasil em meados do século XIX, e, praticamente, toda a produção de casulos e seda é destinada à exportação, porque a Indústria Têxtil brasileira consome menos de 4% da toda produção nacional.
Essa atividade tem uma grande importância nos cenários nacional e internacional, uma vez que além da função econômica possui também um apelo social, pois a atividade é desenvolvida em pequenas propriedades que empregam mão de obra familiar, contribuindo para a renda dessas famílias e diminuindo o êxodo rural, além de ser uma atividade desenvolvida de forma sustentável e ecologicamente correta, pois apresenta baixo ou nenhum impacto ao meio ambiente, além de melhores condições de vida aos pequenos produtores.
Nenhum comentário:
Postar um comentário