domingo, 5 de junho de 2016

“Pílula do câncer” é reprovada mais uma vez

Folhapress  
A esperança no potencial terapêutico da fosfoetanolamina, a suposta “pílula do câncer”, sofreu um novo revés em testes patrocinados pelo governo federal. Camundongos e ratos com câncer que receberam doses da substância não tiveram nenhuma melhora. Os tumores presentes no organismo dos animais continuaram a crescer. 
Divulgados no site do MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações), os resultados se somam a outros indícios de que a “fosfo”, como é chamada, talvez não tenha bom desempenho contra o câncer. Em avaliações anteriores, conduzidas a pedido do ministério e divulgadas em março deste ano, especialistas apontaram que a pílula, desenvolvida e produzida na USP de São Carlos, teria baixo grau de pureza e não seria capaz de matar células tumorais em ensaios in vitro (ou seja, no tubo de ensaio). O único resultado positivo das análises até agora foi a indicação de que a fosfoetanolamina não seria tóxica, mesmo quando ingerida em concentrações relativamente altas. 

Continue lendo no Portal da Gazeta do Povo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário