terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Em meia hora, chove o equivalente a um terço da média para fevereiro em Curitiba


Gazeta do Povo
 











Carros ficaram semissubmersos em área de estacionamento próxima ao Polloshop Alto da XV (Daniel Castellano/Gazeta do Povo)
A estação meteorológica do Simepar, no bairro Jardim das Américas, registrou 46 milímetros de chuva em apenas meia hora, no início da tarde desta segunda-feira (22), em Curitiba. O valor equivale a um terço da média histórica para todo o mês de fevereiro, que é de 150 milímetros (mm). De acordo com a meteorologista Sheila Paz, do Simepar, a chuvarada foi causada por uma área de instabilidade que ganhou força com a umidade e o calor.
Em fevereiro, Curitiba já totaliza 260 mm de chuva. Já é o segundo fevereiro mais chuvoso do histórico do Simepar (desde 1997), atrás apenas de 2011, quando foram registrados 293 mm.
Pontos de alagamento foram registrados nos bairros Alto da XV, Centenário e Rebouças. No encontro entre os rios Juvevê e Belém, na rua Engenheiros Rebouças, a água cobriu a ponte por alguns instantes e a trincheira sob a BR-277 no Jardim Mercúrio também ficou alagada.
A Prefeitura de Curitiba registrou duas quedas de muro - uma no Pinheirinho e outra no Alto da XV, onde uma moradora ficou ferida. De acordo com a administração municipal, a mulher foi atendida pelo Samu e a Secretaria de Obras foi acionada para desobstruir o local. Também foi registrada queda de árvore no bairro Guabirotuba e galhos no Rebouças.
A Defesa Civil Municipal informou que nenhuma ocorrência formal foi registrada, mas que fez atendimentos pontuais em locais onde a água se acumulou, como no Alto da Rua XV, por exemplo. O órgão informou que está fazendo um levantamento detalhado das áreas mais afetadas pela chuva desta tarde.

Trânsito

Foram registrados pontos de alagamento ou congestionamento em várias vias, como Avenida das Torres, Mariano Torres , Avenida Sete de Setembro, Visconde de Guarapuava, José de Alencar, Atílio Bório, Francisco Alves Guimarães, Padre Germano Mayer e Avenida Silva Jardim. Em alguns pontos, a água chegou à metade do vidro dos carros.

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