Redação Bonde
A reitoria da Universidade Estadual de Londrina (UEL) foi desocupada, na manhã desta sexta-feira (18), pelo grupo de estudantes que estavam no local desde o dia 4 de novembro. Cerca de 40 manifestantes recolheram seus pertences e deixaram o prédio, pacificamente, por volta das 9h.
Vitor Ogawa/Grupo Folha
Também nesta manhã, o grupo que
estava na rádio UEL FM, no Centro de Educação, Comunicação e Artes
(CECA), decidiu, em reunião, deixar as dependências da emissora. A
desocupação da rádio deve acontecer nas próximas horas. Ainda nesta
sexta deverá ser realizada uma assembleia entre os estudantes que ocupam
salas do CECA, já que este movimento é independente dos demais.
Apesar das desocupações, na noite de quinta (17) os alunos da UEL decidiram, em votação acirrada, manter paralisação da categoria. A continuidade da greve teve apoio de 888 estudantes, contra 753 votos desfavoráveis.
Os manifestantes são contrários à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de número 55 - antiga 241-, que tramita no Senado. O projeto prevê o congelamento de gastos e investimentos públicos pelos próximos 20 anos. Segundo os movimentos contrários à PEC, esta iniciativa prejudicaria os setores mais frágeis a administração pública, sobretudo a educação e a saúde. Os estudantes também se manifestam contra a Medida Provisória (MP) 746, que trata da reforma do ensino médio, além de pautas da própria UEL.
Na segunda-feira (21), os professores da UEL vão realizar uma assembleia para discutir a retomada da greve da categoria. O encontro foi marcado após o Governo do Estado reenviar à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) a emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA) que suspende o reajuste do funcionalismo público estadual.
Com informações do repórter Vitor Ogawa, da Folha de Londrina
Apesar das desocupações, na noite de quinta (17) os alunos da UEL decidiram, em votação acirrada, manter paralisação da categoria. A continuidade da greve teve apoio de 888 estudantes, contra 753 votos desfavoráveis.
Os manifestantes são contrários à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) de número 55 - antiga 241-, que tramita no Senado. O projeto prevê o congelamento de gastos e investimentos públicos pelos próximos 20 anos. Segundo os movimentos contrários à PEC, esta iniciativa prejudicaria os setores mais frágeis a administração pública, sobretudo a educação e a saúde. Os estudantes também se manifestam contra a Medida Provisória (MP) 746, que trata da reforma do ensino médio, além de pautas da própria UEL.
Na segunda-feira (21), os professores da UEL vão realizar uma assembleia para discutir a retomada da greve da categoria. O encontro foi marcado após o Governo do Estado reenviar à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) a emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LOA) que suspende o reajuste do funcionalismo público estadual.
Com informações do repórter Vitor Ogawa, da Folha de Londrina
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