O Paraná fechou o ano de 2016 com um novo recorde de recursos
destinados à saúde. Ao todo, foram R$ 4,6 bilhões investimentos no setor
– deste montante, R$ 3,3 bilhões do tesouro estadual, o que significa
12,02% do orçamento do Estado. Em seis anos do governo Beto Richa (2011 a
2016), o Estado já aplicou R$ 15 bilhões em ações e serviços de saúde.
Os valores são mais que o dobro do investido nos oito anos do governo anterior – R$ 6,7 bilhões. “Temos dado atenção especial à saúde e isso pode ser visto no orçamento. Os investimentos crescem ano a ano e refletem diretamente na qualidade de vida dos paranaenses. Nossa missão é oferecer atendimento digno o mais próximo das pessoas”, disse o governador.
Os valores são mais que o dobro do investido nos oito anos do governo anterior – R$ 6,7 bilhões. “Temos dado atenção especial à saúde e isso pode ser visto no orçamento. Os investimentos crescem ano a ano e refletem diretamente na qualidade de vida dos paranaenses. Nossa missão é oferecer atendimento digno o mais próximo das pessoas”, disse o governador.
Richa lembra ainda que medidas inovadoras, como a criação do serviço
de transporte aeromédico são possíveis graças a este aporte extra na
Saúde. “Hoje, todo o Estado é coberto por aviões e helicópteros para
atendimento de urgências. Serviços que não existiam antes e agora são
essenciais para o resgate e transporte de pacientes em situação grave”,
afirmou.
Para se ter ideia, no último ano do governo anterior (2010), foi
aplicado R$ 1,53 bilhão em ações e serviços de saúde. Seis anos depois,
em 2016, este valor é duas vezes maior.
Somente na Rede Mãe Paranaense, o Estado investiu mais de R$ 630
milhões. Segundo o secretário Michele Caputo Neto estima-se que 507
vidas foram salvas graças às ações da rede. “A projeção era de que 146
gestantes e 361 bebês poderiam ter morrido, caso o Estado mantivesse os
índices de 2010”, detalhou.
“Esses incentivos têm mudado a realidade de prefeituras que podem
contar com recursos extras para custeio, investimento e capacitação
profissional” diz Caputo Neto. Como exemplo, o secretário citou as áreas
de vigilância em saúde, assistência farmacêutica e atenção primária.
(fotos: Rogério Machado/ANPr)
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