Quem gosta de um bom pedaço de churrasco, em breve, vai poder se
fartar em um festival voltado para a celebrar o mais forte expoente da
cultura gaúcha. “A ideia é apresentar aos apreciadores do churrasco as
mais variadas formas de fazer um simples pedaço de carne assada em um
espeto virar uma das iguarias mais cobiçadas pelos apreciadores de
carne”, explica um dos idealizadores do festival do churrasco, Luiz
Gustavo Caldi, proprietário do Açougue Rio Grande, localizado na Rua São
Sebastião, 291, no bairro Ahu.
Um dos exemplos destes modos de fazer churrasco é assar a carne,
pendurada em correntes, sobre o carvão, ao chamado estilo varal. Como a
carne fica mais distante da fonte de calor, o processo acaba por ser
mais lento, deixando os pedaços mais suculentos e defumados. Esse foi o
modo como Caldi apresentou o churrasco na feira Gastronomia do Palácio,
realizada neste último fim de semana.
Os primeiros pedaços de carne foram colocados para assar às 8 horas
e, às 17 horas, alguns ainda estavam no fogo. “Para não deixar a carne
secar, fomos controlando o fogo”,disse. “Por isso, quem chegou mais
tarde conseguiu degustar pedaços ainda bem saborosos de carne”,conta.
Caldi revela que a ideia de assar a carne em uma espécie de varal ele
importou de uma feira gastronômica que viu em São Paulo. O produto
“churrasco de varal” é encarada por ele com um hobby. “Eu participei
deste feira com a ideia de mostrar o produto do nosso açougue e, também
de mostrar uma forma diferente de fazer churrasco”, diz. No festival,
ele revela que pretende reunir outras pessoas que façam o churrasco de
um jeito diferente.
Para acompanhar os pedaços de carne de porco, de boi e o galeto
assado, Caldi usou o fogo montado para assar as carnes no varal para
também assar cebola e batatas. “É um jeito diferente apenas”, resume. O
pessoal conhece mais o chamado fogo de chão, usado para assar costelas,
que consiste em colocar pedaços de costela em espetos fincados no chão
ao redor de uma fogueira.
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